Os Conselheiros Federais do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR, abaixo assinados, apresentam a presente Moção de Congratulações e Reconhecimento ao Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB, em reconhecimento às recentes conquistas alcançadas no cenário internacional, que reafirmam o protagonismo histórico da entidade na representação dos arquitetos e urbanistas brasileiros.
Fundado em 1921, o IAB consolidou-se como uma das mais importantes instituições da arquitetura nacional, desempenhando, ao longo de mais de um século, papel decisivo na formulação de políticas públicas, na promoção da cultura arquitetônica, na defesa do interesse público e na representação da arquitetura brasileira junto às principais organizações internacionais da profissão, além de ter sido um dos grandes responsáveis pelo criação do CAU.
Nesse contexto, merecem especial reconhecimento duas relevantes conquistas recentemente alcançadas.
A primeira refere-se à escolha do Rio de Janeiro como sede do Fórum Internacional de Arquitetuta, Urbanismo e Turismo Sustentável da União Internacional de Arquitetos – UIA, em 2028, resultado da credibilidade internacional construída pelo IAB ao longo de décadas de atuação junto à UIA. A realização desse importante encontro em território brasileiro representa uma oportunidade estratégica para ampliar o intercâmbio internacional, fortalecer a presença da arquitetura brasileira no cenário mundial e promover debates qualificados sobre os desafios contemporâneos das cidades, da sustentabilidade e do ambiente construído.
A segunda diz respeito à reeleição do arquiteto e urbanista Nivaldo Vieira de Andrade Junior, Conselheiro Vitalício do IAB e ex-Coordenador do Colégio de Entidades de Arquitetura e Urbanismo do CAU/BR (CEAU), para o cargo de Vice-Presidente da União Internacional de Arquitetos para a Região III – Américas, para o mandato 2026–2029.
Essas conquistas constituem motivo de orgulho para todos os arquitetos e urbanistas brasileiros, demonstrando que a atuação consistente das entidades nacionais contribui para ampliar a inserção internacional da profissão, valorizar a produção arquitetônica brasileira e fortalecer o papel do Brasil nos debates internacionais sobre cidades, patrimônio, sustentabilidade, inclusão e qualidade do ambiente construído.

