O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) elegeu no dia 21 de outubro, sua nova Direção Nacional para o mandato de 2023 a 2026.  O pleito ocorreu em Brasília, durante a 176ª Reunião do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil, realizado no Memorial Darcy Ribeiro. A cerimônia de posse contou com a presença dos presidentes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/BR) Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA), Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP) e Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura (FENEA). .

Como já tradição na entidade, a sede da Direção Nacional é acolhida pelo estado do presidente eleito. O novo presidente do IAB é o arquiteto e urbanista Odilo Almeida Filho, que representa o Estado do Ceará. Os outros 11 integram que compõem a Direção Nacional atual são de 10 diferentes estados da federação. São eles:

Vice-Presidente, Renata Dantas Rosário Sachs, do IAB-Sergipe;
Secretária Geral, Izabela Moreira Lima, do IAB-Ceará;
Diretor Administrativo e Financeiro, Antônio Custódio dos Santos Neto, do IAB-Ceará;
Diretor Cultural, Pedro Freire de Oliveira Rossi, do IAB Paraíba;
Vice-Presidente de Relações Institucionais, Raquel Furtado Schenkman Contier, do IAB São Paulo;
Vice-Presidente de Ações Afirmativas, Raquel de Araújo Freire, do IAB do Distrito Federal;
Vice-Presidente da Região Centro-Oeste, Olinda Beatriz Trevisol Meneghini, do IAB do Mato Grosso do Sul;
Vice-Presidente da Região Nordeste, Roberto Agustín Ghione, do IAB Pernambuco;
Vice-Presidente da Região Norte, Marcos Paulo Cereto, do IAB Amazonas;
Vice-Presidente da Região Sudeste, Marcela Marques Abla, do IAB Rio de Janeiro; e
Vice-Presidente da Região Sul, Natan Franciel Arend, do IAB Rio Grande do Sul.

O Instituto de Arquitetos do Brasil é uma das mais antigas instituições do país com mais de 100 anos de fundação. Durante esse período, o IAB vem aliando-se à lutas em defesa da profissão e debatendo sobre importantes pautas nacionais e internacionais. Muitas dessas propostas, nascidas no IAB, transformaram-se em leis e em políticas públicas em diferentes áreas como arquitetura, urbanismo, infraestrutura, habitação, cultura, patrimônio histórico, meio ambiente e governança.